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terça-feira, 6 de outubro de 2015

CONCLUSÃO PROJETO GREVE - UMA AULA NA RUA

O ano de 2015 foi histórico para a Educação paranaense. Professores e servidores saíram à luta pelas ruas do estado reivindicando melhores condições de trabalho, data base, SAS, Paraná-previdência, massacre de 29 de abril, entre outros.


Com o intuito de relembrar o momento e aguçar uma consciência crítica foram elaborados dois jornais com as turmas de sétimos anos A e B do Colégio Estadual Linda Salamuni Bacila. Os títulos escolhidos pelos alunos foram: ALTAS HORAS EM GREVE, na turma do sétimo ano A e GREVE NEWS, para a turma do sétimo ano B.



Inicialmente fizemos uma intervenção questionando os educandos acerca do que estes sabiam referente ao movimento, motivos, pensamentos da família, redes sociais, mídia em geral e suas próprias opiniões.



Foi proposto que divididos em grupos eles deveriam pesquisar sobre a pauta da greve, ocorrência de greves passadas, massacre do dia 29 de abril, que produzissem uma charge e também coletassem depoimentos de familiares, professores, funcionários da escola e comunidade em geral.


Os alunos utilizaram internet disponibilizada pela escola, jornais como modelo para confecção do jornal da turma e textos publicados pela mídia.
Após os alunos coletarem as informações, os pibidianos responsáveis pelas turmas fizeram a montagem do jornal.



Os alunos receberam o jornal com mito entusiasmo por terem sido eles os responsáveis pela produção e por poderem mostrar para pessoas de fora da escola o próprio trabalho. Pudemos perceber que os mesmos tem uma opinião diferente da exposta na primeira intervenção.




É importante realizar atividades referentes a conteúdos diversos, principalmente os que relacionam a vida da comunidade como um todo, para que se possa pensar em um futuro com pessoas críticas e cientes de seu papel na sociedade. 

Escrito por: Karine Ferraz Sperling

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Relato de Experiência

A IMPORTÂNCIA DA SAIDA DE ESTUDOS PARA O ENSINO-APRENDIZAGEM: um relato de experiência do PIBID

Atualmente trabalhar o conteúdo em sala de aula vem se tornando cada vez mais difícil, pois, a escola tem de competir com muitos outros atrativos oferecidos no dia a dia dos alunos. Por isso, a importância de aulas dinâmicas e criativas, podem ser motivadoras do aprendizado. As saídas de estudos podem ser muito produtivas, quando bem estruturadas e desenvolvidas, contribuindo para o processo de ensino-aprendizagem. Embora, uma saída de estudo seja muito importante, nota-se, a grande dificuldade para um professor desenvolve-la, pois muitos fatores estão envolvidos e devem ser resolvidos para que a saída de estudo possa ter resultados positivos e produtivos, assim como, torna-se muito grande a responsabilidade que o professor passa a ter ao retirar o aluno de dentro da escola para a realização da saída de estudo, muitos optam por não realizar estas saídas. Como atividade de um projeto realizado em contra turno com alguns alunos, pôde-se organizar uma saída de estudos com todos os alunos da classe para uma visita ao Parque da Ciência Newton Freire Maia e ao Museu Oscar Niemeyer, onde puderam ver algo novo e aprender sobre alguns conteúdos de Física e Química, assim através das experiências apresentadas, os alunos reviram alguns assuntos de Química, já trabalhados em sala de aula, e tiveram um primeiro contato bem dinâmico e expositivo sobre os conteúdos de Ciências Naturais, onde a partir daí a professora pôde relacionar o que eles vivenciaram na saída de estudo, com os conteúdos trabalhados em sala de aula e vice-versa. Pôde-se concluir que, quando realizada uma saída de estudo a campo, o educando pode tornar-se mais participativo e critico aos conteúdos relacionados à atividade, tendo um melhor desenvolvimento durante as explicações em sala de aula, pois ele poderá participar da aula tendo como base a experiência vivenciada na saída de estudos.






                                                                                                         

Visita realizada dia 07 de agosto de 2013 , como parte do projeto dos alunos integrantes do PIBID 2 DE BIOLOGIA/ UEPG, com a participação dos alunos do 9º ano C. do Colégio Estadual Linda Salamuni Bacila.

Escrito por: Gislaine Gogola
Postado por: Igor Ruan 

quarta-feira, 31 de julho de 2013

O Mundo movido pelo conhecimento

Contextualização para professores:


O assunto aqui abordado geralmente não é trabalhado em sala de aula devido ao curto tempo dos professores para trabalhar seu conteúdo durante o ano letivo, porém, a partir do momento que o aluno consegue obter a capacidade de desenvolver um raciocínio que o ajude a compreender a importância da ciência, do conhecimento, do estudo, etc. com certeza o mesmo será mais consciente quanto a suas responsabilidades dentro da escola, e da sociedade.




Mundo movido pelo conhecimento

De onde você acha que surgem tantas tecnologias? Como que é possível controlar os efeitos de doenças que antigamente eram fatais às populações? Como sabemos que a Terra é redonda, e que giramos em torno do sol, e não o contrário? Quem disse que existem seres microscópicos que nem enxergamos e que podem causar doenças sérias? Como é possível você estar conectado agora podendo ter acesso a tantas e tantas informações? E essa história de átomos, como assim, quem falou isso, porque acreditamos nisso? E os elementos químicos, sempre existiram e sempre foram tabelados como os temos hoje em dia? E como podemos ter tanta certeza que as características transmitidas de pais para filhos ocorrem devido ao DNA? E quem que descobriu o DNA? Como podemos saber que o DNA contém a estrutura que conhecemos? Quem que falou que o cigarro faz mal? Como podemos afirmar que as plantas e os animais são importantes para o meio ambiente? Quem que disse que fazer exercício físico faz bem? E alias porque o exercício físico faz bem?
Bem, em meio a tantas perguntas, o que você diria? Quem está por traz de tantas descobertas e avanços tecnológicos? Como que os seres humanos são capazes de prever coisas, resolver problemas, criar teorias, leis, responder à perguntas que muitas vezes pareciam sem resposta?
Na verdade, nem sempre paramos para nos perguntar de onde as coisas vêm, nem mesmo de onde o conhecimento vem. Com certeza a nossa vida não seria a mesma se não existissem pessoas capazes de passar boa parte de sua vida estudando, fazendo pesquisas, fazendo experimentos, errando, acertando, etc.
Tudo o que está a nossa volta envolve a química, a física, a biologia, sociologia, psicologia, matemática, e assim por diante. A vontade do homem em compreender a natureza e consequentemente a si próprio, faz com que possamos ter uma visão mais nítida e digamos científica das coisas. Sabemos que temos que lavar nossas mãos, que temos que tapar o nariz quando vamos espirrar, que temos que lavar frutas, verduras, legumes, etc. Fazemos isso porque sabemos que existem seres microscópicos que podem nos fazer mal, assim como sabemos que em determinado período do dia o sol “desaparece”, pois a Terra está girando, sabemos também que uma pessoa que trabalha com radiologia tem mais chances de obter câncer  devido a radioatividade, e assim vamos listando inúmeras informações que o homem obteve com o passar do tempo. Devemos então nos lembrar que antes de sabermos de tudo isso, existiram pessoas empenhadas em estudar esses assuntos, pessoas que não se acomodaram perante uma curiosidade, pessoas que com sua vontade de descobrir, acabaram entrando para a história.
Hoje em dia sabemos que temos a resposta para muitas coisas, como por exemplo, sabemos que as pessoas que sofrem com algum tipo de infecção podem muito bem se tratar com antibióticos e sobreviver, há algum tempo atrás, antes da invenção do primeiro antibiótico, as pessoas que adquirissem algum tipo de infecção tinham grandes chances de morrer. Porém não podemos nos enganar achando que a ciência tem a resposta pra tudo, e tudo o que os cientistas falam é lei, é uma verdade absoluta, o conhecimento está sempre progredindo, a todo momento coisas novas estão sendo descobertas, o que os cientistas acreditam ser verdade hoje, amanham pode ser derrubado por outro cientista que provou o contrario, e assim a ciência anda, provando as coisas até que alguém prove o contrário.






Referências: 


Escrito por: Ana Paula Melo
Publicado por: Igor Ruan

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Leitura e Formação do Leitor

CONCEPÇÕES DE LEITURA - REFLEXÕES SOBRE A FORMAÇÃO DO LEITOR


Sabe-se que a leitura é a forma mais eficaz para o desenvolver de um indivíduo. Hoje em dia nos deparamos com várias situações, tanto com alunos que se encontram lá no Ensino Fundamental até com acadêmicos no Ensino Superior; na qual ambos possuem fragilidades quanto à compreensão e interpretação de textos. Desde muito cedo aprendemos uma forma errada de olhar para a leitura como um todo, visto que desde nossa base aprendemos a ler apenas como algo obrigatório e não satisfatório.
Segundo Martins (1986, p.7) a partir do momento em que temos a capacidade de decodificar as letras do nosso alfabeto, estamos sendo leitores. Entretanto, a leitura em si só irá ocorrer a partir do momento em que conseguirmos relacionar o que está sendo decodificado com situações problemas, pois será a partir dessa prática que estaremos começando a ser dotados da capacidade de desenvolver e distinguir o que nos cerca. É aquela história de que aprendemos fazendo a ligação sigma entre o texto e a imagem.
Ao tentarmos adequar textos aos nossos alunos, devemos ter em mente a forma com que esse texto está sendo trabalhado, e qual a função do mesmo. É preciso que o professor se preocupe que o aluno entenda da melhor forma, não como obrigação, mas sim como construtor do seu próprio conhecimento.
O professor, assim como o ambiente escolar, tem um papel importante nesse processo. Servimos de espelho para a grande maioria de alunos, e cabe então a nós, exercer tal importância de forma clara e objetiva. Ler não é apenas ficar preso dentro de uma sopa de letrinhas, mas sim fazer com que toda aquela bagagem de informação se transforme em conhecimento e após, sirva de alvo de reflexão e críticas. A leitura nos permite um intercâmbio entre o ver e o ser, permitindo o intender da nossa realidade  até a formação de nossos próprios conceitos.
Nós, futuros professores de Ciências e Biologia, devemos buscar novas sugestões e estratégias para o incentivo da leitura, visto que nossa área trata-se de bastante teoria para daí irmos para a prática. De que adianta nosso aluno ler e não compreender nada do que está sendo lhe apresentado? Devemos buscar concepções que tente mostrar que a leitura também pode ser prazerosa, sendo ela a maior arma para o desenvolvimento do indivíduo. Vale lembrar que o professor é apenas um orientador e não um simples facilitador. Por fim, nosso objetivo é fazer a interação correta entre professor, aluno e leitor.




              

Referências
MARTINS, M.H. O que é leitura. São Paulo: Editora Brasiliense, 1986. p.7.

SCHUTZ, M.D. Concepções de leitura: Reflexões sobre a formação do leitor. Disc. Scientia. Série: Artes, Letras e Comunicação, S. Maria, v.10, n.1, p. 55-76, 2009.


Escrito por: Robson Calixto
Publicado por: Igor Ruan