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terça-feira, 6 de outubro de 2015

CONCLUSÃO PROJETO GREVE - UMA AULA NA RUA

O ano de 2015 foi histórico para a Educação paranaense. Professores e servidores saíram à luta pelas ruas do estado reivindicando melhores condições de trabalho, data base, SAS, Paraná-previdência, massacre de 29 de abril, entre outros.


Com o intuito de relembrar o momento e aguçar uma consciência crítica foram elaborados dois jornais com as turmas de sétimos anos A e B do Colégio Estadual Linda Salamuni Bacila. Os títulos escolhidos pelos alunos foram: ALTAS HORAS EM GREVE, na turma do sétimo ano A e GREVE NEWS, para a turma do sétimo ano B.



Inicialmente fizemos uma intervenção questionando os educandos acerca do que estes sabiam referente ao movimento, motivos, pensamentos da família, redes sociais, mídia em geral e suas próprias opiniões.



Foi proposto que divididos em grupos eles deveriam pesquisar sobre a pauta da greve, ocorrência de greves passadas, massacre do dia 29 de abril, que produzissem uma charge e também coletassem depoimentos de familiares, professores, funcionários da escola e comunidade em geral.


Os alunos utilizaram internet disponibilizada pela escola, jornais como modelo para confecção do jornal da turma e textos publicados pela mídia.
Após os alunos coletarem as informações, os pibidianos responsáveis pelas turmas fizeram a montagem do jornal.



Os alunos receberam o jornal com mito entusiasmo por terem sido eles os responsáveis pela produção e por poderem mostrar para pessoas de fora da escola o próprio trabalho. Pudemos perceber que os mesmos tem uma opinião diferente da exposta na primeira intervenção.




É importante realizar atividades referentes a conteúdos diversos, principalmente os que relacionam a vida da comunidade como um todo, para que se possa pensar em um futuro com pessoas críticas e cientes de seu papel na sociedade. 

Escrito por: Karine Ferraz Sperling

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA



GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

Segundo a Organização Mundial da Saúde, 22% dos adolescentes fazem sexo pela primeira vez aos 15 anos de idade. É nesta fase importante de autoconhecimento e incertezas que a falta de informação pode gerar uma gravidez inesperada ou mesmo a contaminação por doenças sexualmente transmissíveis. 
Número de adolescentes grávidas no Brasil caiu para 22,4% nos últimos anos.
A boa notícia é que com o aumento de ações dentro das escolas, orientação sobre métodos contraceptivos e distribuição de camisinhas em postos de saúde, há mais acesso a recursos para um sexo seguro. Por este motivo, o número de adolescentes grávidas no Brasil tem diminuído.  Entre 2005 a 2009, o número de partos realizados entre jovens de 10 a 19 anos caiu 22,4%, comparado à década anterior, segundo o Ministério da Saúde.
Ainda assim, muitas meninas continuam se descuidando. Segundo a médica Carmita Abdo, coordenadora do Projeto Sexualidade do Hospital das Clínicas de São Paulo e professora da Faculdade de Medicina da USP, a gravidez na adolescência, embora inoportuna, nem sempre é indesejada. O desejo de conquistar uma vida melhor, de ter atenção e afeto e de começar a estruturar uma vida autônoma, muitas vezes, levam as meninas a, inconscientemente, a esperar que uma gravidez resolva isso. 
Para a médica, mais que educação sexual, as crianças precisam de uma educação para a vida. “Antes da puberdade, elas precisam aprender que podem realizar seus sonhos por meio dos estudos, do trabalho e da construção de um longo projeto de vida”, diz. E que o namoro, por melhor que seja aos 15 anos, não deve atrapalhar esse projeto. 
Essa decisão envolve a contracepção desde a primeira relação sexual. Além do uso de camisinha, masculina ou feminina, as meninas também podem optar por uma segunda proteção para aumentar a segurança. Pílulas anticoncepcionais e injeção mensal de hormônio podem ser usadas desde a primeira menstruação. A minipílula, a injeção trimestral e o DIU também podem ser utilizados por mulheres de todas as idades, inclusive pelas adolescentes. 
Existem também outros métodos que não envolvem ingestão de nenhum medicamento, mas exigem que a adolescente tenha muita disciplina e planejamento. São eles: a tabelinha (controle dos dias férteis pelo calendário), e o controle do muco cervical (identificação do período fértil analisado pelas características do fluido) e da temperatura basal (análise da temperatura corporal antes e depois da menstruação).
Se mesmo com toda essa informação uma gravidez acontecer, o suporte do companheiro e da família é fundamental. O atendimento médico completo da adolescente grávida é garantido no SUS. É assegurado seu direito ao atendimento pré e pós-natal, parto e pós-parto para garantir a sua saúde e a do bebê.

Esse assunto é muito polêmico que geralmente quem tem que abordar com os adolescentes são os professores, pois os pais não tem um diálogo aberto com seus filhos para tratar de assuntos como sexo, gravidez, uso de métodos contraceptivos. Os professores de Ciências acabam sendo os professores mais indicados para o tratar do assunto e os mesmo tem como fazer isso de várias maneiras, um exemplo seria um conversa após os alunos assistirem um vídeo sobre o assunto que podemos encontrar do site Portal Dia a Dia Educação, existem muitos jogos dinâmicos que abordam o assunto, uma outra proposta seria os alunos produzirem um curta metragem que vai fazer com que eles busquem um pouco mais a realidade de adolescentes grávidas.






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Escrito Por: Débora Lopes
Publicado por: Igor Ruan